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Comércio cresce 6,7% no primeiro semestre, apesar da queda acima do esperado em junho… 

  • O volume de vendas do varejo caiu 1,7% em junho comparado a maio. A expectativa do mercado era de alta de 0,7% e da GO Associados era de queda de 0,71%.  
  • A queda ocorreu após duas altas seguidas em maio e abril, quando a retomada do pagamento do auxílio emergencial e o relaxamento de medidas de restrição de circulação contribuíram para dois resultados positivos seguidos.  
  • Seria prematuro rever a projeção do PIB a partir dos dados apenas do varejo e apenas para um mês. Amanhã teremos o dado para o setor de serviços.  
  • É possível que haja uma migração do consumo de varejo para serviços. Por exemplo, a compra de alimentos pode ceder um pouco em benefício de refeição fora de casa, reforçando a demanda por bares e restaurantes.  
  • No acumulado de 12 meses as vendas no varejo cresceram 5,9%. O comércio varejista ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, apresentou uma alta significativa no primeiro semestre: 12,3%.  
  • O comércio foi um dos responsáveis por atenuar a queda no PIB em 2020, com uma rápida adaptação e migração para vendas online.  
  • Por outro lado, a inflação pode interferir no desempenho do comércio no segundo semestre. Além disso, o desemprego persistente também é um fator de atenção.  
  • A reabertura e a retomada das atividades presenciais podem contribuir para que o resultado das vendas no varejo seja positivo. A expectativa é que a data mais importante para o setor no ano, o Natal, ocorra com a pandemia já controlada. 
  • Dentre os grupos pesquisados, alguns setores despontaram no primeiro semestre: tecidos, vestuário e calçados (32,6%), outros artigos de uso pessoal (19,2%), veículos e motos, partes e peças (27,5%). 
  • Por outro lado, segmentos que tiveram um ótimo desempenho em 2020 agora retrocederam. O maior exemplo é o grupo de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 2,7% no 1º semestre. 
  • Em comparação com maio de 2020, em que houve o maior impacto econômico da pandemia, alguns setores cresceram mais de 100%, como tecidos e vestuários (165,2%).  
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