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Serviços continuam atrás dos demais segmentos: crescem em fevereiro, mas queda acumulada em 12 meses é 8,6%, a maior da série histórica… 

  • O volume de serviços cresceu 3,7% em fevereiro comparado a janeiro, valor acima da expectativa do mercado (1,5%).  O resultado positivo é parcialmente explicado pelo Carnaval, que neste ano não teve efeito negativo na atividade como em outros anos.
  • Em relação a fevereiro de 2020, houve uma queda de 2%. Em 2020, o volume de serviços encolheu 7,2%, com uma forte queda no segundo trimestre e uma lenta recuperação no segundo semestre. 
  • O item serviços prestados às famílias (8,8%) foi o que mais subiu. Mas, acumula queda de 40,5% nos últimos 12 meses, sendo um dos setores mais afetados pela pandemia.
  • Outro destaque positivo para o mês foi o setor de transportes, serviços auxiliares e correios (4,4%). O setor aéreo caiu 2,5%, acumulando queda de 42,2% em 12 meses.

Crescimento de setor que está na lanterna: volume de serviços por grupo – fev/20 (%)

  • Apenas quando a pandemia for colocada sob razoável controle será possível o funcionamento pleno do setor.  Até lá, a recuperação será lenta e com a possibilidade de novas quedas em função da pandemia.  
  • A decisão de autorizar o funcionamento apenas das atividades consideradas essenciais em todo o estado de São Paulo e a superlotação de UTIs em outros estados deve ser mais um fator para supor que a recuperação do setor continue lenta em março e abril.
  • O condicionante principal para a recuperação do setor, como de resto para o conjunto da economia, continua sendo a vacina.
  • Entretanto, o valor pago será menor, reduzindo a abrangência e eficácia da medida.  
  • A perspectiva para o primeiro trimestre não é boa. O auxílio emergencial começou a ser pago apenas em abril, apesar do agravamento da pandemia e o fechamento dos setores considerados não essenciais em março.
  • A redução do auxílio emergencial, que ficou em R$44 bilhões contra R$322 bilhões em 2020, também deve limitar o impacto da medida, sendo improvável uma retomada da economia no mesmo ritmo do terceiro trimestre do ano passado.

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