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Setor de serviços registra crescimento em novembro, mas dado ainda não reflete a Ômicron 

  • Serviços de comunicação e serviços prestados às famílias ajudam setor de serviços a crescer 2,4% em novembro. 
  • O volume de serviços cresceu 2,4% em novembro comparado a outubro, bem acima das expectativas do mercado e da GO Associados (+0,2%). O resultado positivo interrompeu uma sequência de quedas entre setembro e outubro.   
  • O resultado do setor de serviços de novembro ainda não reflete os impactos da variante ômicron na economia e, principalmente, no setor mais afetado por medidas de distanciamento social.  
  • Até meados de dezembro, quando algumas cidades anunciaram o cancelamento das festas de ano novo, a expectativa era de pleno funcionamento de setor.  
  • O resultado acima do esperado veio principalmente pelos segmentos de informação e comunicação (5,4%) e de serviços prestados às famílias (2,8%). O único grupo que caiu em novembro foi de serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,3%), sendo a quarta queda consecutiva. 

Volume de serviços por setor (%) 

  • A recuperação do setor que está 4,5% acima do nível pré-pandemia (fev-20) pode sofrer um revés a depender do nível de novas restrições para conter o avanço da variante ômicron. O estado de São Paulo anunciou que irá limitar o público em eventos esportivos a 70% da capacidade dos estádios.  
  • Além disso, eventos importantes para o setor de serviços, como o carnaval de rua do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Salvador e do Recife foram cancelados pelo segundo ano consecutivo. Só na cidade de São Paulo, o último carnaval de rua e do sambódromo movimentou cerca de R$ 3 bilhões, crescimento de 31% em 2020 na comparação com 2019.  
  • O avanço da ômicron afeta principalmente o único subsetor de serviços que ainda está abaixo do nível pré-pandemia, o de serviços prestados às famílias que, após apresentar queda superior a 61% em abril de 2020, chega em novembro de 21 ainda 11,8% abaixo do patamar de fevereiro de 2020. 

Variação percentual em relação ao pré-pandemia (fev/20) 

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