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Desemprego segue em queda e atinge menor taxa desde 2015… | MINUTO DE ECONOMIA

LEIA EM SEGUNDOS OS MINUTOS DA SEMANA…

  • FOMC eleva taxa de juros em 0,75 p.p. e deve continuar a subir juros nas próximas reuniões.
  • Queda no preço dos combustíveis é compensada pela alta no preço dos alimentos frustrando uma queda da inflação em julho. O IPCA-151 de julho foi de 0,13%.

Desemprego segue em queda e atinge menor taxa desde 2015…

  • A taxa de desemprego do trimestre encerrado em junho de 2022 foi de 9,3%, queda maior que a esperada pelo mercado que projetava uma taxa de 9,4% (10,2%).
  • A população ocupada que continua a bater o recorde da série histórica, estimada em 98,3 milhões de pessoas. Um aumento de 3,1% (3 milhões de pessoas) na comparação com o trimestre móvel anterior.
  • A retomada da atividade econômica tem contribuído para a recuperação do mercado de trabalho. A queda no número de pessoas desocupadas coincide com o arrefecimento da pandemia graças ao avanço da vacinação e a redução do número de casos graves.
  • A população desocupada (10,1 milhões de pessoas) recuou 15,6% (menos 1,9 milhão de pessoas) frente ao trimestre anterior e 32% (menos 4,8 milhões de pessoas desocupadas) na comparação anual.
  • O percentual de desalentados2 no mercado de trabalho no trimestre foi de 3,8%, ficando estável, com queda de 0,1 p.p. em comparação ao mesmo trimestre do ano passado.
  • Com este resultado a taxa de miséria (desemprego + inflação3) de maio foi de 21,2%. A queda no desemprego é compensada pela inflação, que está elevada, embora em desaceleração. Apesar da melhora em relação a maio de 2021 (21,7%), o índice ainda está acima do nível pré-pandemia.
  • Embora o desemprego continue caindo, o rendimento real habitual (R$ 2.652,00) caiu 5,1% no ano. Mas, o resultado de junho foi melhor do que o observado nos meses anteriores. A massa de rendimento real habitual (R$ 255,7 bilhões) cresceu 4,4% frente ao trimestre anterior e 4,8% na comparação anual.

O que vai mexer com as expectativas econômicas na próxima semana… 

No cenário doméstico:   

  • i. O principal evento econômico da próxima semana será a reunião do Copom no dia 3 de agosto, que definirá a taxa básica de juros, atualmente em 13,25%. Conforme indicado na ata da última reunião, o Copom deverá realizar um reajuste de 0,5 p.p..
  • ii. O Congresso retoma as atividades no dia 2 de agosto. O principal assunto do segundo semestre será a aprovação do orçamento para 2023. É pouco provável que outros assuntos relevantes sejam aprovados até as eleições de outubro.
  • iii. Na quarta-feira, dia 03, será divulgada a produção industrial de junho; a projeção da GO Associados é de um crescimento de 0,7%.

No cenário internacional:

  • iv. O Reino Unido anunciará a decisão sobre a taxa de juros na sexta-feira, dia 5. A mediana das expectativas indica um aumento de 0,25 p.p. passando de 1,25% para 1,5%.
  • v. A tensão entre EUA e China deve continuar na próxima semana. Após o telefonema de Joe Biden para Xi Jinping, cresce a expectativa sobre a possível viagem da presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, à Taiwan que desagradaria o governo chinês.

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